14h30 Malu Aires (Belo Horizonte/MG) - cantora Junkbox, Sagrado Coração da Terra, organizadora Festival BH Indie Music Myspace: www.myspace.com/maluaires
13h Mara Faria Trio (Uberlândia/MG) - trazendo o fino do Jazz, Blues, Rock e Soul e composições do novo CD. Myspace: www.myspace.com/marafariatriomg
Diálogo Vivo Música em Processo: Criação e Produção
Bate-papo: Auto-gestão na Música Independente Com a artista e produtora Malu Aires Data: sábado, 6 de março, 16h, no Goma aberto a todos os públicos
Workshop de Técnica Alexander A cantora Izabel Padovani ministra o workshop Técnica Alexander. Data: 8 de março, segunda-feira, 9h. Bloco 3M no Campus Santa Mônica. Público alvo: professores, profissionais e estudantes das áreas de Música, Teatro, Dança e Fonoaudiologia.
Workshop de Baixo Elétrico O baixista Ronaldo Saggiorato ministra o workshop de Baixo Elétrico. Data: 8 de março, segunda-feira,14h. Bloco 3M, Campus Santa Mônica. Público alvo: músicos Myspace: www.myspace.com/ronaldosaggiorato
twitter: @artenapraca
Haverá emissão de certificados que poderão ser retirados na DICULT - Diretoria de Culturas de UFU, Bloco 1J do Campus Santa Mônica, a partir do dia 15 de março, mediante documento de identificação.
Oficina: Produção Musical de Bandas com Allisson Guimarães Santos (Krow, Attero, Dead Smurfs), Guilherme Miranda (Krow).
Bloco 3Q – Sala 116
Horário: 14:00 h
Vagas: 40
Debate acadêmico Industria Cultural surgimento da Cultura Independente com Breilla Zanon (Ciências Sociais-UFU e Tamboril), Bárbara Figueredo (Ciências Sociais-UFU e PET Ciências UFU) e Hinuany Melo (Ciências Sociais) e Marcio Bonesso (Professor IFT-Uberaba).
Bloco 3M – Sala: 4
Horário: 19:00 h
Vagas: 30
Workshop de Guitarra com LUIS MALDONALLE, considerado atualmente um dos principais expoentes da guitarra do estado de Goiás. É produtor, arranjador, e sócio do estúdio Rocklab, um dos mais representativos estúdios da cena independente brasileira.
Hoje dia 10/12/2009, no Muna (Praça Cícero de Macedo, 309, Fundinho), comaçam as atividades do UDI ROCK Festival de Musica Independente - 4ª Edição e parceria com o Projeto Arte na Praça.
Titulo: Três ou Quatro Riffs Direção: Itaici Brunetti Perez Produção: Itaici Brunetti Perez, Luiza Paiva, Jairo Falo, Roger Mendes Duração: 50 min. Release: Do underground para o mundo. "Três ou Quatro Riffs é um vídeo documentário que faz um panorama do atual cenário musical independente, revelando um mundo musical que esta sendo descoberto. Com depoimentos de profissionais especializados, produtores, proprietário de casas de shows, publico e músicos, o vídeo expõe um pouco da luta, das dificuldades, das frustrações, conquistas e benefícios de ser um musico independente no Brasil".
Titulo: Ruído das Minas Direção: Filipi Sartoreto Produção: Gracielle Fonseca Duração: 80 min. Release: A origem do Heavy Metal em Belo Horizonte Guitarras pesadas, cabelos compridos, cruzes e demônios. O heavy metal mineiro se tornou um dos mais representativos do Brasil. Belo Horizonte deu origem a bandas como Overdose, Sarcófago e, uma das maiores do mundo, Sepultura. Ruído das Minas apresenta essa história contada por quem viveu intensamente os primórdios do heavy metal na capital mineira.
Endereço: Praça Cícero Macedo, 309, Bairro Fundinho
Horário: 19:00 h
Abertura Oficial 4º UDI ROCK
Mostra UDI ROCK CINE exibição de documentários da cena independente.
Dia: 11/12/2009Local: Campus Santa Mônica da UFU
Bloco 1H – Sala: 37
Horário: 14:00 h
Vagas: 30
Oficina: Produção Musical de Bandas com Allisson Guimarães Santos (Krow, Attero, Dead Smurfs), Guilherme Miranda (Krow).
Bloco 3Q – Sala 116
Horário: 14:00 h
Vagas: 40
Debate acadêmico Industria Cultural surgimento da Cultura Independente com Breilla Zanon (Ciências Sociais-UFU e Tamboril), Bárbara Figueredo (Ciências Sociais-UFU e PET Ciências UFU) e Hinuany Melo (Ciências Sociais) e Marcio Bonesso (Professor IFT-Uberaba).
Bloco 3M – Sala: 4
Horário: 19:00 h
Vagas: 30
Workshop de Guitarra com LUIS MALDONALLE, considerado atualmente um dos principais expoentes da guitarra do estado de Goiás. É produtor, arranjador, e sócio do estúdio Rocklab, um dos mais representativos estúdios da cena independente brasileira.
Mesa Redonda: Cultural Independente e Economia Solidária com Breilla Zanon (Ciências Sociais-UFU e Tamboril), Paulo Rais (CEPES-UFU e Incubadora de Empreendimentos Solidários-PROEX-UFU), Diogo Soares (Banda Los Porongas-AC), Vitor Maciel (Goma), Gabriel “Bibi” (DICULT-UFU e Valvulado) e Lu de Laurentiz (Faurb-UFU e Arte na Praça)
Bloco 3M – Sala: 4
Horário: 19:00 h
Vagas: 40
Oficina de Bateria com JORGE ANZOL da banda Los Porongas (AC)
Festa ao ar livre na Praça Sérgio Pacheco no domingo encerrou o maior Jambolada já realizado até hoje; no total, 10 mil pessoas conferiram todas as atividades, que começaram na quarta-feira (21) e, além dos shows, envolveram debates de literatura, hip hop e meio ambiente, exposições, mostras, cinema, e intervenções teatrais
A chuva chegou a ameaçar cair em Uberlândia no domingo, dia 25. Ventou forte, chegou a gotejar. Mas tudo apenas contribuiu para o clima de celebração do maior Jambolada já realizado até hoje. O último dia levou 2.500 pessoas para a praça Sérgio Pacheco, já tradicional reduto de encerramento do festival. No palco, Anelis Assumpção trouxe o minimalismo e sensualidade de sua música dançante. O público embarcou no talento da jovem cantora.
A noite já caia quando a figura de Maria Alcina, veterana da MPB, adentrou o palco da praça e fez chover. Não água, mas confete e serpentina. Virou carnaval. O público pulou, balançou os braços de um lado para o outro, com direito, inclusive, a trenzinho, assim como nos bons e velhos carnavais. Momento de festa e emoção. “Hoje é o dia mais emocionante da minha vida”, repetiu algumas vezes a cantora, com visíveis lágrimas nos olhos, assim como o seu tecladista e o restante da banda. Maria Alcina levantou a poeira da praça e voltou para um bis recheado de marchinhas. Fim histórico para o Jambolada.
O domingo já havia proporcionado um momento de empolgação com a banda Seminovos, revelação pop rock da cena em Uberlândia e vencedora da categoria Webhit no VMB 2009. Também subiram ao palco a banda Cidadão Comum, de Ribeirão das Neves; Manolos Funk, de Vespaziano; e Graveola e o Lixo Polifônico, de Belo Horizonte.
Para um dos organizadores do festival, Alessandro Carvalho, do núcleo de produção “Valvulado”, o festival conseguiu este ano, ao mesmo tempo, nacionalizar-se ainda mais, trazendo atrações de vários estados, e, também, focar o trabalho nos grupos uberlandenses que estão lançando discos, como Dissidentes, Krow e Porcas Borboletas, todos com apresentações bastante elogiadas por público e crítica. “O Jambolada é vitrine também para os artistas do triângulo mineiro, que está se transformando aos poucos em um dos pólos da nova música nacional”, avaliou.
Talles Lopes, do “Coletivo Goma”, e também um dos organizadores do Jambolada, avalia o festival como o fortalecimento, em Minas, do Circuito Fora do Eixo, iniciativa que reúne jornalistas, produtores culturais, artistas, bandas e eventos independentes de todo o Brasil. “Nove coletivos estiveram presentes aqui em Uberlândia, a maior articulação já realizada em um estado. Até mesmo os artistas mais conhecidos que se apresentaram aqui adotaram o discurso de valorização do Jambolada e deste tipo de iniciativa para a musica brasileira”, disse.
NUMEROS
O maior Jambolada já realizado teve 32 shows, com cerca de 30 horas de música, levando ao Acrópole 3 mil pessoas no primeiro dia e 4.500 no segundo. Na praça Sérgio Pacheco, acompanhando shows e outras atividades, como o basquete de rua promovido pela CUFA, foram mais 2.500 pessoas, totalizando um público de 10 mil, recorde do Jambolada.
Completaram a programação o Jambo Literária - mesas redondas dedicadas à literatura com a presença dos escritores Xico Sá, Rui Mascarenhas e Alex Antunes; o Jambo Digital - debates sobre música, tecnologia e direito autoral; o Jambo Hip Hop - parceria com a CUFA (Central Única das Favelas) de Uberlândia; o Cine Jambolão - mostra da cena audiovisual independente; o Jambo Universitária - programação cultural dentro da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); o Jambo Mix - uma feira de moda e cultura alternativa; e o Jambo Verde - ações de conscientização ambiental.
Confiram um bate papo com a banda Johnny & Alfredo & Seus Neurônios Mongóis. Eles se apresentam na Jambolada nesse sábado as 20:30.
1. Em primeiro lugar pessoal, aquelas velhas informações... quem é e o que faz na banda, como se formou, desde quando, ex-bandas, de onde veio esse nome doido e tudo mais.
Tcherj: Eu e meu irmão temos banda desde pequenos, começamos com o Kaoz que era uma banda dos primórdios do Rock N Roll uberlandense, que seus ex-integrantes formaram várias bandas fortes do cenário atual, e não paramos mais. Eu mesmo já toquei em outras bandas também como Evasão Vital e Mestre Splinter, até me firmar como baterista do Johnny & Alfredo.
Meu irmão BRIX já tocou no Kaoz comigo e fez parte fundamental das guitarras de bandas conhecidas no cenário nacional como o Dead Smurfs.
Morávamos em uma casa “semi-abandonada” quando tivemos a grande idéia de que rolava de ter bateria em casa. Foi quando o Rock N Roll livre começou a fervilhar nesse embrião que precisou de pouco tempo para que se forma-se naturalmente com os outros integrantes.
Anymore Jey Jey Banana é vocalista e irmã mais nova, tem experiência de teatro e interpretação.
Igordino Paladino, baixista e saxofonista, já tocou em algumas bandas de colégio militares e coisas do gênero, além de ser meu cunhado.
O ModaFocka é o outro vocalista, bróder das antigas que nunca participou de banda nenhuma devido sua preguiça. Na verdade ele tentou ser roadie do Kaoz em um show que ele nem compareceu. De tanto o BRIX insistir ele um dia disse sim para complementar os vocais da banda. Descobrimos depois que ele é primo do Igordino. A banda tá tudo em família.
Já o nome vem de uma compilação de várias idéias. Todas as bandas tem problemas para escolher um nome. Por que não escolher todos? Todo mundo que ia entrando vai colocando um nome, e ao invés de escolher, vamos juntar tudo. Mas o povo acaba lembrando mesmo só dos primeiros, que já é imenso: Johnny & Alfredo & Seus Neurônios Mongóis. Acaba virando estratégia marketeira pois sempre ocupa muito espaço nos flyers, hehe.
2. Como rolam os ensaios, já que tem membro da banda morando em outra cidade?
Tcherj: Tem seus prós e contras. A gente sempre ensaia quando está junto, é uma necessidade. Mas o fato da distância ajuda a manter um relacionamento mais sadio e duradouro, porque as picuinhas são menores. A gente só tem tempo de comemorar quando estamos juntos e vamos ensaiar. A falta de uma rotina de ensaios é superada pela intensidade que precisamos ter em cada ensaio, e temos.
3. Falem sobre o trabalho da banda, o que foi lançado e o que esta sendo preparado para o futuro.
BRIX: Bom, acho que em 2006 ou 2007, por aí, a gente chegou a gravar umas musicas pra ter alguma material pra pelo menos mostrar alguma coisa musical da gente além do show propriamente dito. Gravamos no Bambi em Uberlândia com o que o dinheiro nosso podia na época, na verdade com o que o dinheiro do Tcherj e os nossos trocados davam. Mas num espalha não que acho que ele esqueceu dessa grana. Mas o Bambi fez um bom trabalho com o que dava pra fazer com a “nossa” grana e o nosso talento da época. Mas valeu tanto a pena que criamos alguns hits aí que algumas pessoas cantam em nossos shows, em vários lugares, como Serafina. Gravamos também algumas musicas avulsas com o produtor Ricardo em Goiânia, e outras gravações fundo de quintal mesmo.
Agora mais maduros e mais potentes, conseguimos aprovação de um projeto de gravação e lançamento do nosso primeiro CD de verdade pela lei municipal de incentivo a cultura, e acreditamos que até março do ano que vem o CD estará disponível. Ta nos finalmente.
4. Qual a opinião da banda sobre o cenário independente local? Vocês lembram de como eram as coisas há alguns anos? O que mudou de lá pra cá?
ModaFocka: Falar de cenário musical de um local é bem complicado cara. A gente sempre parte pela comparação. Mas só como uma mera opinião a cena Uberlandense é muito mais do que era a alguns anos atrás, mas quem viu essa cena de hoje crescer e ser o que é hoje também viu quem fez isso acontecer. A galerinha que corria atrás de amplificador e microfone emprestado, tocava com equipamento todo ferrado, nos lugares mais esdrúxulos possíveis, em garagens, quadras de futebol, republicas de estudantes, casa de algum loucura que os pais viajaram, galpões e até lava-jatos, aí começaram a se juntar e se organizar pra evoluírem. Então as bandas e os produtores que estão se destacando hoje em Uberlândia não caíram de pára-quedas, e é por isso que o trabalho deles tem que ser valorizado.
Nossa banda em particular, não participa diretamente de nenhuma cena em especial, de nenhum eixo, de nenhum fora do eixo, nada disso. A proposta é fazer o que esses caras que a gente citou fizeram, criar e evoluir dentro da cena, e não se aproveitar do sucesso alheio pra se escorar, fazer um sucessinho local e depois criticar quando o sucesso acabar. A gente acha mais justo se fortalecer dentro da cena pra não cair no esquecimento depois.
5. Nesse fim de semana vocês vão tocar no Jambolada, o evento de maior visibilidade da cena independente da região, para um público médio de 3 mil pessoas. O que significa isso para vocês? Tem alguma banda na programação que vocês se identificam?
BRIX: Significa muito pra banda, pois vamos tocar pela primeira vez num evento dessa grandeza na nossa terra natal. Eu já toquei com o Deads Smurfs no Jambolada em outras edições passadas e quero que a banda inteira sinta essa energia de Uberlândia. Estamos todos pilhadassos.
Na programação tem várias bandas sensacionais que se a gente ficar falando aqui vai ser chato, porque na banda todo mundo gosta de alguma coisa, desde Sepultura a Porcas Borboletas.
6. Pelo visto ninguém vive da banda e todos tem ocupação. Como é levar a banda em paralelo com as atividades do dia? É um hobbie para todos ou vocês tem maiores pretensões?
Anymore: É difícil. Todo mundo tem trabalhos bem estressantes fora da banda, acaba que consome muito da nossa energia, mas a nossa intenção ainda é de viver de música, isso é consenso. Tocar realmente extravasa nosso tensão, mas mesmo assim não é um hobbie, a gente leva muito a sério porque ninguém da gente agüentaria viver atrás de uma mesa brigando com colegas de trabalho pela temperatura do ar condicionado e tentando operar milagres invocando forças ocultas para o relógio do ponto andas mais depressa. As pretensões da banda como banda não tem limite, desde que prevaleça a diversão sem esquecer da fama e da grana, que é um objetivo paralelíssimo.
7. Fora a música, vocês tem outras paixões? Sei que um de vocês se amarra em futebol.
ModaFocka: Eu sou Uberlândia Esporte Clube acima de tudo e são paulino daí pra baixo. O Igordino também é um amante de futebol e é flamenguista. Às vezes rola alguns atritos nesse esquema, mas é porque esse flamengo rouba demais quando os dois times se encontram. Mas acho que o Igor sofre mais com esse negócio de futebol na banda porque a namorada dele, a Anymore, é Fluminense roxa. Mas esse ano as coisas vão ficar melhores porque os times não vão se encontrar tanto assim, hehe. Assim como nesse ano o BRIX não falou muito de futebol, devido a queda do seu Vasco da Gama. Já o Tcherj detesta futebol.
No mais, as paixões são bem parecidas: Sexo, Drogas e Rock n Roll!
8. Onde vocês costumam buscar informações sobre bandas que curtem? Sobre as bandas locais, vocês acham que falta um mecanismo de divulgação das mesmas? Só internet resolve?
Igordino: Acho que a internet é um excelente meio de arquivamento e acesso de informações musicais, mas devido a sua grandeza, a parte de divulgação ainda é muito dispersa. Talvez rolasse de centralizar mais as informações de determinados lugares em canais e sites específicos. É mais negócio apoiar algumas iniciativas da internet do que tentar fazer parte de tudo e no fritar dos ovos não aparecer em nada. A internet existe e sempre vai existir a nosso favor, mas a divulgação melhor ainda são os bons e velhos shows de Rock. Aí quem gostar do show tem um meio fácil de conhecer mais. Não é interessante colocar tudo por conta da rede.
9. Toda banda deve buscar o profissionalismo, por menor que seja? Ou o importante mesmo é levar na diversão?
Tcherj: Cada um é cada um né... A gente procura ser o mais profissional possível, pois como já comentamos, nossas pretensões são enormes e levando na brincadeira não vai vingar nada. Pois na verdade toda banda quer isso, ser reconhecida e tudo mais, viver da banda. Por mais que uma banda possa se apresentar com uma postura “foda-se”, a intenção ainda será de apresentar o que gosta e encontrar quem goste e se identifique com o que você tem pra oferecer. Mas seriedade não quer dizer fingimento, então a diversão anda junto com o profissionalismo. Por que não ser um divertido profissional?
10. Pra finalizar, deixem uma mensagem e digam onde o pessoal pode conferir o trabalho de vocês.
Sérgio: Segura o tchan, amarra o tchan, segura o tchan, tchan, tchan, tchan, tchan...
BRIX: Sexo, Drogas e Rock n Roll!
Anymore: Minha mensagem é: “Coloque o amendoim, no buraco do amendoim!”.
Valeu galera. Bjs e Um abraço!
ModaFocka: Acho que é myspace.com/johnnyalfredo, mas procurem a gente no Orkut, na comunidade tem tudo. Parabéns pra minha namorada Bárbara que faz aniversário no dia do show. Mãe, se for no show, aquele é só meu personagem, não me deserde por favor.
TheDarkSideoftheMoon, do PinkFloyd, é um dos álbuns mais brilhantes e controversos da história do rock. Ícone da cultura pop, o disco já foi citado nos Simpsons, no filme Beleza Americana e a lenda da sincronia do cd com o filme O Mágico de Ozé motivo de discussão em fóruns na internet pelo mundo. Agora o álbum ganha uma análise filosófica a respeito de suas letras.
O professor de Filosofia Paulo Irineu Barreto lançou hoje em Uberlândia o livro Ensaio sobre TheDarkSideoftheMoon e a Filosofia, pela editora local Gráfica Editora Composer. Fã de PinkFloyd desde criança, percebeu que despertava mais interesse dos alunos do Ensino Médio quando relacionava filósofos com músicas de artistas tão diversos como Raul Seixas e o próprio PinkFloyd. Segundo ele, muitas bandas são atemporais e continuam despertando interesse nas gerações mais novas.
A partir de sua metodologia de ensino, nasceu a ideia de reunir seu trabalho em sala de aula neste livro, que reflecte sobre o tempo, a loucura e a vida nas canções do álbum com base em filósofos como Santo Agostinho, Erasmo de Roterdã e os filósofos Pré-Socráticos. O livro é um bom começo para aqueles que ainda não conhecem os pensadores ou querem conhecer melhor a obra do PinkFloyd. Quem quiser adquirir o livro (R$30,00) é só clicar aqui ou entrar em contacto com o autor pelo e-mail irineubarreto@bol.com.br .
Já pensou entrar numa biblioteca e ouvir ao fundo RollingStones? Se você estiver em Londres, isso é possível! MickJones, ex-guitarrista do TheClash, resolveu colocar cerca de 10.000 itens de sua colecção particular disponíveis para amantes do rock'n'roll. São discos, revistas, livros, filmes e outros itens que contam um pouco da história do rock britânico. A intenção de Jones é incentivar a criatividade dos apaixonados por música. Infelizmente, a livraria só funciona até dia 25 de Agosto de 2009.
Em uma parceria inédita no cenário nacional, os selos Free Mind Records, Parabelum Records, Two Beers or Not Two Beers e Valvulado Discos se unem para o lançamento do CD "Before the Ashes", da banda mineira de Death Metal KROW.
O álbum foi gravado no Estúdio Rock Lab, em Goiania, e obteve a participação de Humberto Costa (Place of Worship) e Luiz Maldonalle (In Bleeding), que também está produzindo o álbum junto com Gustavo Vasquez e a masterização ficou por conta de Alan Douches, que fez a produção de CDs de bandas como Cannibal Corpse, Aborted, Mastodon, etc.
A banda aproveita e disponibiliza a capa para visualização, cuja arte do material é assinada pelo renomado artista gráfico Gustavo Sazes, que já fez capa como Krisiun, Kamelot e outros.
Como já anunciado, está em fase final de produção o cd "Before the Ashes", da banda mineira de Death Metal KROW. O álbum será masterizado por Alan Douches, que já trabalhou com bandas como CANNIBAL CORPSE, VITAL REMAINS, GRAVE, KATAKLYSM, HATE ETERNAL, entre inúmeras outras, destaques do Death Metal mundial.
A arte do trabalho foi feita por Gustavo Sazes e será divulgada em breve.
A banda também prepara um single, que será disponibilizado para download.
Enquanto esperam a chegada desses materiais, você pode curtir a banda no www.krowmetalzone.com
Local: Teatro Rondon Pacheco - Rua Santos Dumont, 517 Centro
Data : Sexta-feira - 29 de Maio de 2009
Horário : 20:00hs
Entrada Franca – adquira seu ingresso no local
A banda Juanna Barbêra, de Uberlândia-MG -região do Triângulo -é formada por quatro caras e duas garotas. Sem uma autodefinição musical e de estilo muito exata o grupo não se comprime em rótulos ou suas degenerações ao fazer sua música. Em suas composições preza pela ironia e sarcasmo, unidos ao peso instrumental, além de um detalhe visual muito presente em seus shows.
Guardando ainda um apelo pop o grupo aposta em ritmos inusitados, climas densos e baladas sujas com letras de veia poética e nonsense.
Seu primeiro CD, Deserto Sonora, foi gravado em Goiânia no RockLab Produções Fonográficas, com a produção musical de Gustavo Vasquez e Luis Maldonalle, através do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia.
O disco Deserto Sonora apresenta ao público composições do grupo, iniciadas em 2006, uma coletânea de gêneros e inspirações musicais do sexteto. As influências são várias e o que se percebe é que o grupo traz ao seu rock’nroll,samba, baião, tango, blues, jazz, enfim... só ouvindo.
O Cd será distribuido pelo selo Valvulado discos (www.valvulado.org)
20/05 quarta @ GOMA: CRIOLINA A maior festa black do Brasil! Discotecagem: OOPS (DF) BARATA (DF) 22h | $5 p/ quem for ao Teatro Aceita-se GOMA Card!
21/05 quinta 01h00 THE DEAD LOVER'S TWISTED HEART (MG) 00h00 MULTIPLEX (SP) 23h00 OPHELIA AND THE TREE (MG) Discotecagem: YAN 21h | $5 até 22h Aceita-se GOMA Card!